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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Nossa vida

Sabe o resto? então... estão em resto por um motivo hheh :)
Para minha Amada Esposa, Akemy Hayashi

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O porque não sei
Das estrelas no céu?
Da terra como chão?
Da evolução?

Do destino, não acredito!
Da essência, apenas sinto
Do meu sentimento não minto

Que venha então
os bons, os maus...
dos momentos firmaremos
e nossa vida, construiremos

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Aaa o amor né :)

Semana passada estive palestrando para o projeto AcessaSP em São José do Rio Preto, sim acredito que a tecnologia e a informação é o único meio de mudar a realidade do interior (vou estar abordando isso no blog técnico serverjeiro.com.br).
Porém passear pelas estradas do interior me fez lembrar boa parte da minha vida e de meus problemas em relacionamentos hoje já sanados :), então rascunhei:

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Ao passado

Lembro daquele vazio
sem fim, aberto a sangrar
relembro da alma cortada
furada, de tanto machucar
relembro a solidão
o desespero as vodcas para amenizar
e os cigarros para esquecer

Lembro-me como se fosse ontem
vagando pelas estradas, sozinho
da tristeza do meu olhar
companhia? apenas o ronco motor
da angustia de todo dia me encarar

Jamais hei de esquecer
das mulheres que consumi
as mulheres que me consumiam
na vã tentativa da alma curar

Mas nada tenho de me arrepender
tudo foi só para engrandecer
a beleza que é estar junto a ti
a grandeza do seu ser

O amor, mesquinho e egoísta
deixei que me tome, e hoje por ti
só consigo lhe querer
aumentando o desejar de amar

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Software e Sabão em Pó


Quem aqui numa discussão sobre software não viu o fim da conversa com alguém dizendo “Melhor é o que eu sei Usar!!” ou “Aquilo que atende o cliente!”, nos estudos da faculdade somos condicionados a acreditar fielmente nessa afirmação e eu acreditava... até o engajamento com software livre, na verdade, até alguns dias atras quando parei para pensar e refleti um pouco.
Vamos fazer uma comparação, uma analogia com algo do uso do dia a dia, o Sabão em Pó para lavar roupas. Utilizar software é como uma dona de casa indo comprar seu sabão em pó.
Assim como no software, o objetivo é sanar sua necessidade, com o sabão em pó, também seu intuito é lavar a roupa suja (necessidade), então ela se dirigi ao primeiro supermercado ou aquele mercadinho de bairro de sua preferência, vai até a prateleira onde se encontra o sabão em pó e lá encontra-se várias marcas, mas com toda sua experiência ela fica em duvida entre apenas duas, vamos listá-las

MARCA X - É menos conhecida pelo grande público(resultado da concorrência desleal), porém um ótima alternativa. Vai resolver seu problema, tem um custo baixo e é prática. Em toda sua história nunca esteve envolvida e nenhum escândalo de repúdio da sociedade.

MARCA Y - É uma alternativa de nome, cara, envolta em vários escândalos, que vai de não respeita normas de saúde, a desrespeito ao meio ambiente. Não da satisfação para sociedade, ela simplesmente não se importa.

Qual, das marcas acredita-se que a dona de casa deve comprar?
Então, porque no software devemos ser diferentes? Muitos softwares proprietários não tem respeito por padrões, até desrespeitam deliberadamente, ( e acredito que deve haver até um ou outro software livre) fazem de tudo para se manter referência atravessando até mesmo nossos direitos como consumidores, com acordos na fonte de venda de outros produtos, sendo isso uma prática desleal, embarcando o software não nos dando o direito de escolha. Enfim agridem o “meio ambiente” do desenvolvimento com patentes e padrões completamente ultrapassados e/ou inferiores a novas, uma maneira desesperadora de atravancar o crescimento tecnológico para manter-se no topo ( sim estou falando de ODF e OpenXml). Então porque eu deveria usar software de uma empresa como essa? Porque utilizar um software como esse?
Se eu sou a contra todo software proprietário?? Não, não tenho essa visão tão radicalista, mas sou a favor de que no software, ou em qualquer outro produto tenhamos uma escolha consciente!. Apoiar uma briga por melhor qualidade que no marketing é chamado de “mercado canibal” respeitando as leis e a sociedade como um todo, não apenas o deus do lucro. Opto por um software que não irá agredir o mundo que eu vivo, da mesma maneira que deixo de comprar um produto de uma Marca Y quando é comprovado irregularidades na sua fabricação, exploração de mão de obra, agressão ao meio ambiente e tantas outras atitudes antiéticas e de má prática no mundo dos negocios.
Essa é uma atitude do consumo consciente, não apenas para os técnicos ou desenvolvedores, mas para todos nós consumidores. Se você não compra papel daquele que desmata a Amazônia e sim dos outros que tem um selo que valida reservas próprias para corte, ou trabalhando com replantio, porque vai utilizar um software nocivo?
Lógico, ao utilizar um software proprietário você não estará contribuindo para o desmatamento da Amazônia, a intenção é chamar-lhe a atenção para um problema futuro que muitos de nós ainda não conseguimos enxergar. Essa analogia com sabão em pó fora feita para demonstrar uma preocupação, que no passado não existia e hoje tira o sono de muita gente, o meio ambiente, alguns anos atras não se tinha essa preocupação com o problema ambiental, empresas depositavam seus resisduos no rio, o esgoto ia “in natura”, até criar-se a consciência ambiental e observamos uma abundância de trabalhos por ongs, governo e sociedade levantando essa bandeira.
No mundo do software vejo o mesmo problema, enquanto não pararmos para resguardar o futuro de desenvolvimento, teremos softwares amarrados a empresas que não terão problemas em explorar a sociedade para ter o seu tão aclamado lucro.
Repito, o problema é com o “Lucro Acima de Tudo”, vivemos num mundo capitalista e lucro é o que procuramos, sendo empresas ou sendo funcionários, mas da mesma maneira que vamos contra o lucro ilícito seja ele, roubo, extorsão ou propina, pois esses crimes agridem a sociedade, temos, por obrigação fazer o mesmo com as empresas de softwares, que não respeitam nossa individualidade, utilizam de concorrência desleal nosso direito de escolha deve prevalecer.
Botar fogo na Amazônia, assalto a mão armada ou uma maquinação política para manter um padrão ruim no mercado, são diferentes formas de agressão, mas todas são um desrespeito claro a sociedade, a nós consumidores.

Opiniões e críticas são bem vindas e estimuladas (se forem fundamentadas), minha ideia é encorpar o texto com casos e afins, se alguém souber, agradeço a ajuda.






quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Lua, Instrumento da saudade

Cego, cego, como podemos ser tão cegos?
esse luar, raios pratas que atravessam a janela
o vidro, nada faz para impedir
bela, cheia, presente

Esses raios trazem a saudade
o gosto do saudoso
do que me faz falta
mulher; que me traz liberdade

Seu sorriso se expande em seus lábios
em uma saudade alucinante, arde o peito
essa luz da lua, lhe traz a mim
a dor chega é angustiante
essa lua cheia, sem fim
chega a ser torturante

Se diverte com minha saudade
fico atormentado assim
horas a rolar na cama
abraço o travesseiro, adormeço, enfim

terça-feira, 8 de julho de 2008

Reflexões

Muitas coisas ocorrem muitos problemas novas surpresas e é triste ver um grande amigo ser domado, ter seu instinto subjugado, ter suas asas cortadas, apenas abaixa a cabeça e nada mais, não sei se por criação minha, mas de meus pais so agradeço por terem me criado para o mundo e não para seu próprio ego, tenho excelentes pais e rodeado por estes me tornei homem auto-suficiente, resolver meus próprios problemas tomar as rédeas da minha vida e decidir o que quero fazer e o que julgo melhor são coisas que depois que se aprende, nunca mais se deixa de fazer, por isto quando vejo a situação de um grande amigo tenho pena e piedade, dois sentimentos que julgo podres pois sei de sua capacidade, e isto doí mais. Sim nada fiz pois a decisão de abrir as asas tem que partir dele, pegar e faze-lo voar será mesma coisa que o controlar, e ele precisa aprender a andar com suas próprias pernas não como escravo de sentimentos conturbados.
Tirando isto o fds fora divertido, fui escalado para TIO e foi uma delicia brincar com minha sobrinha durante horas numa quermesse, minha linda malinha.
Conforme havia prometido segue aqui uma explicação, cada poesia que escrevi ou rabisquei são sentimentos que senti, poucas são inventadas ou fabricadas maioria expressão toda minha agonia, meus amores, meus erros e afins, então não se assuste ao não entender ou não compreender alguma delas que eu postar aqui, pois as vezes eu mesmo não as entendo.

Escritor.True

Lá esta ele parado e pensando, estando em pé verificando itens de sua mochila como se preparasse para uma batalha, e era uma batalha, mas o palco do derramamento de sangue era interno, de um lado os sentimentos novos, de outro os sentimentos velhos, lutando brigando e bradando pelo controle das ações. Ele calmamente verifica seu notebook, sua carteira, fecha a mochila e coloca nas costas, neste momento a guerra interna se torna intensa pelo controle, sem o controle da direita ou da esquerda ele segue, respira fundo com o olhar morto, cerra os punhos e caminha para fora, caminhando passo a passo, olhando os pés calçados por um chinelo, é um velho hábito deste ser caminhar olhando os pés. A batalha prossegue ferozmente e internamente, sem controle ele continua com o olhar morto, pois não sente nada apenas isola, segue para o seu destino uma lan house de uma minima cidade horrível, uma cidade pequena, aconchegante, amiga, racista, fascista, depravante e podre, e a batalha continua....
Durante os 40 minutos que ele permanece sentado apensas a controlar seu notebook, a guerra cada vez mais violenta se torna, e ele permanecesse com aquele olhar morto sem vida ( afinal uma pessoa que não é guiada por sentimento algum so pode ser uma pessoa sem vida ), o tempo se passa ele termina o que deve fazer, se arruma a mesma maneira como se arrumou para sair, coloca a mochila nas costas da mesma maneira e faz o caminho inverso, e novamente com os mesmos hábitos, horas se passam a batalha já se encerrou, ao dormir e contar os mortos, ao tentar declarar um vencedor percebe que nada mudou, sem vitoriosos, apenas sangue derramados.

Escritor.False
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